
Em matéria publicada pelo SeuDinheiro, Fábio Percegoni de Andrade comentou os principais fatores que explicam a desvalorização de quase 90% das ações da Azul na bolsa, especialmente a diluição de papéis e o processo de recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11), esclarecendo que esse movimento não representa, por si só, um colapso operacional da companhia.
Embora o mercado tenha reagido de forma intensa à emissão de novos papéis e à reorganização da estrutura de capital, a reportagem destaca que etapas relevantes do processo já foram concluídas e que existe a expectativa de saída do Chapter 11, o que pode permitir à empresa reorganizar suas finanças e buscar maior estabilidade no médio prazo.
Segundo Fábio, o momento exige cautela e leitura técnica por parte de investidores e stakeholders, já que, apesar dos avanços na reestruturação, permanecem riscos relevantes, como a elevada competição no setor aéreo, a necessidade de ajustes estratégicos e a volatilidade dos ativos. A análise reforça que a queda expressiva do papel reflete sobretudo decisões financeiras e societárias, e não necessariamente a inviabilidade da operação.
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